Cada vez mais me chateia ir ao BAAC.
Sim, esse pequeno canto daquele que se me afigura como o edificio mais emblemático da academia, oferece poiso a toda e qualquer coisa que com um simples cartaozinho amarelo (ou sorriso bonito) consegue entrar.
Ok, é um bar académico; ok, não se deverá dar ao luxo de "seleccionar" clientela até porque a entrada no edificio nao permite apenas a entrada no bar; ok, porque é de todos, é dos estudantes, e é para eles que aquilo funciona, (sendo no entanto vergonhoso perceber que mais de metade da massa estudantil nao sabe que se trata de um edificio com 5 pisos).
Este ano, por razoes académicas ou não, começei a frequenar mais o talho de que vos falo, que se me parecia vá, agradavelzinho, com pessoas "da nossa faixa etaria", malta do curso, ah e tal, ponto de encontro que, não raras vezes, se estendia até às 4h, hora à qual fecha o dito. Tudo bem.
É tudo muito bonito enquanto a coisa nestes ambientes não descamba; começam a iritar solenemente os seres de sexo masculino cujos unicos neuronios se encontram nas respectivas glandes. Acham-se donos e senhores dos mais belos piropos e bocas, tudo numa de se afirmarem perante o resto da manada, que orgulhosamente ostenta os sinais evidentes de pouca inteligência. Têm para si que podem fazer tudo a uma miuda que, assim como as outras kengas com quem lidam no dia-a-dia, nao dizem nada e ate se riem pas amigas, fazendo por preencher uma vasta lista de piretes com que, carinhosamente, os presenteamos.
Ora pois, sucede que esta moça teve que se chatear num destes dias.
.
.
"VOLTAS A FAZER ISSO E LEVAS UM SOCO".
Eu tenho mesmo mau feitio.