Pois ora que me atrevo a fazer aqui um intervalinho entre o (enfadonho) estudo de Sistémica e o (chato) trabalho de Dinâmica para vos vir aqui actualizar o tasco.
Embora faça já parte do meu imaginário alguns remakes do "mais-mel-que-drama" e do "era trautearem-me isto ao ouvido" nao é por esse assunto que agora me devo pronunciar, ficando para tempos que com mais tempo exista para o desfrutar de toda uma classe musical e mais qualquer coisa que as rubricas assim o exigem.
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Deparo-me agora com umas quantidades (G)astronómicas de matéria pa estudar para a bela época de exames que aí se avizinha... Embora talvez acabe por nao ser tão mau como promete, o receio e as borboletas no estômago, esses, ninguém nos tira! Começa já a fazer parte deste nosso quotidiano semestral... Contudo, antevendo o risco que corro de me habituar/acomodar demais à ideia de ter que estudar e pronto, gostaria de me pronunciar acerca deste tema agora menos badalado mas que nos trás grandes dor de cabeça; o processo de bolonha.
Ora, o processo de Bolonha...
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É UMA MERDA!!!!!
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Que tentem por ordem na educação dete país eu percebo mas nao começem a "big transformation" no ensino superior que eu quando faço bolos tambem nao começo por metê-los no forno!
E o engraçado é que até muitos dos professores se vêem contra esta medida, já que a carga horária cresce desmerudadamente, nao só com aulas mas com todo o tempo que naturalmente terá que ser dispendido para a correcção das toneladas de trabalhos que nos mandam fazer. E depois, pois claro! Quem se f*** (leia-se, fode! ahahah peq. homenagem à banda curta) somos nós que vemos os nossos trabalhos corrigidos pela técnica do atira ao ar/locais estratégicos.
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Mas a verdade é que se eu fizesse trabalhos à velocidade que escrevo um post ou nem conversas de msn, nao precisava de chegar às vésperas das entregas com a pressa de tirar alguém da forca!
Embora faça já parte do meu imaginário alguns remakes do "mais-mel-que-drama" e do "era trautearem-me isto ao ouvido" nao é por esse assunto que agora me devo pronunciar, ficando para tempos que com mais tempo exista para o desfrutar de toda uma classe musical e mais qualquer coisa que as rubricas assim o exigem.
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Deparo-me agora com umas quantidades (G)astronómicas de matéria pa estudar para a bela época de exames que aí se avizinha... Embora talvez acabe por nao ser tão mau como promete, o receio e as borboletas no estômago, esses, ninguém nos tira! Começa já a fazer parte deste nosso quotidiano semestral... Contudo, antevendo o risco que corro de me habituar/acomodar demais à ideia de ter que estudar e pronto, gostaria de me pronunciar acerca deste tema agora menos badalado mas que nos trás grandes dor de cabeça; o processo de bolonha.
Ora, o processo de Bolonha...
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É UMA MERDA!!!!!
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Que tentem por ordem na educação dete país eu percebo mas nao começem a "big transformation" no ensino superior que eu quando faço bolos tambem nao começo por metê-los no forno!
E o engraçado é que até muitos dos professores se vêem contra esta medida, já que a carga horária cresce desmerudadamente, nao só com aulas mas com todo o tempo que naturalmente terá que ser dispendido para a correcção das toneladas de trabalhos que nos mandam fazer. E depois, pois claro! Quem se f*** (leia-se, fode! ahahah peq. homenagem à banda curta) somos nós que vemos os nossos trabalhos corrigidos pela técnica do atira ao ar/locais estratégicos.
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Mas a verdade é que se eu fizesse trabalhos à velocidade que escrevo um post ou nem conversas de msn, nao precisava de chegar às vésperas das entregas com a pressa de tirar alguém da forca!

2 comentários:
Obrigado pela homenagem, sim?!
Acho que tens razão. A analogia que fazes com o "quando faço bolos tambem nao começo por metê-los no forno!" define bem a forma como isto está a ser feito. No entanto acredito nos resutados postivos da reforma a longo prazo. Principal/ para quem pensa no estrangeiro(nomeada/ UK e USA) é importante. Antes tínhamos cursos de 5 anos e estávamos em pé de igualdade com estrangeirada que fazia cursos em 3 anos....e em desvantagem com quem tinha o mesmo numero de anos mas ja tinha mestrado. Agora é tudo igual.
Só tivémos foi azar de apanhar com ela enquanto estudantes.
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Sim, e concordo com essa política "uniformizante", vá! e os resultados a longo prazo também me parecem promissores... Só critico o timing!
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