segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Pro Evolution

Depois do Facebook, daqui a nada 'tá o mel-ó-drama no twitter!

True Love Way

A engenharia civil tem muito que se lhe diga.
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E, embora mais pareca um requinte de pedreiros, esta ciência reveste-se da máxima importância, sobretudo ao nível metafórico que aqui vou (tentar) estruturar.
Ora, imaginem-se, seus engenheiros de obras feitas, a edificar uma casa; há, para tal, todo um rol de procedimentos que terão de ser projectados, repensados, avaliados, para que a coisa não corra mal.
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E começa-se por onde, meus caros (que percebem tanto disso como eu, ou seja, nada)?
Diria eu que se deveria começar pelo terreno; uma casa nao se constrói num pântano, em areias movediças e muito menos em cima de agua oscilante.
A nao ser que tragam o exemplo das casas nas Maldivas, as que se dispõem paradisiacamente sobre água. Porém, estes projectos apenas se tornam possíveis com recurso a uns bons alicerces (ou então nao, mas é aqui que quero chegar). Casa que se preze tem que primar por uma base forte, um bom sustento para que meia duzia de rajadas de vento, como as que têm assolado ali o jardim da AAC (porque nao tenho estado em mais lado nenhum) não sejam motivo de a deitar abaixo.
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O mesmo se passa com aquilo a que chamamos de relações afectivo-amoroso-coiso.
Não tens uma boa base onde possas estruturar uma relação?
Não existe aquilo que se pode chamar de confiança, segurança e tudo aquilo de que uma relação afectivo-amoroso-coiso se alimenta?
Achas que o cimento que tens não é capaz de "colar" os tijolos com que queres construir a tua "casinha" e a concorrência ainda aparece com marcas cada vez mais competitivas?
Existem por aí outros empreiteiros que te fazem a casa com melhores relações qualidade/preço e em terrenos menos movediços?
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Então nao te armes em engenheiro e não insistas; embora seja um projecto que ja te tivesse permitido erguer a casa, foi também capaz de a deitar abaixo numa daquelas rajadas fortes, com chuva e trovoada incluídas; mais cedo ou mais tarde vais descobrir que embora o prazer momentaneo exista quando ves a casa por momentos em pé, a felicidade a longo prazo vai ser difícil, já que não se usaram materiais de construção de qualidade, capazes de assegurar uma relação coesa.
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A engenharia Civil e a metafora idiota da casa-relação

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Estou um pouco confusa...


MAMAS, caros senhores do concurso "Quem Quer ser Milionário" (versão pop up), o nome anatómicamente correcto, é MAMAS, e não peitos ou maminhas!

Desconfio, inclusivé, que há por aí muito pouca gente que comente os peitos da Pamela Anderson.

Sempre achei o nome dado a este concurso um tanto ou quanto estranho...
Porra, mas ainda perguntam!??

(mais uma forma de por o mel-ó-drama a falar de mamas...!)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Neva ou nao neva?

Encontro-me a vigiar a varanda de 5 em 5 min, à espera do primeiro floco de neve
(cheira-me que é melhor ir aos rebuçados...)


E ao fim do dia, aquilo da irritabilidade matinal já não é nada...

Irritâncias de última hora


A vida, conceito (ou seja la o que entenderem por isto) acerca do qual cada e qualquer um teoriza, não havia de ser o que nos fazemos dela?
Então porque é que há ainda quem passe por cima, outros por baixo e outros há que se esfalfam para passar pelos intermeios, pelas nesguinhas que deixam pelo meio, que tentam que tudo fique estável, lindo e com flores em verdes campos e coisas plim plim?

E o sucesso...?
Profissional, pessoal ou o raio que os parta a todos, nao interessa, está por onde?




Isto não pretende ser uma lamúria; é somente um rasgo de desmotivação que se me assolou o espírito...

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Estava mesmo a precisar...

Hoje o dia começou bem cedo; ainda nao eram 9h e já estava numa daquelas tentativas pacíficas de calar o despertador. Tinha a perfeita noçao que não bastava calá-lo e virar-me para o outro lado; já não servia a desculpa "só mais um bocadinho.. se nao estudar agora, estudo logo até mais tarde", por muito que me soubesse tão bem aquela ronha no aconchego dos lençois de flanela.
A verdade é que me apronto mais rápido que a velocidade da luz. Como qualquer coisa rapido a caminho da faculdade, ainda a conduzir. Tomo coragem e deixo o carro mesmo à beirinha da antiga secundária, aquele edifíciozinho branco que ali continua a receber os mesmos asnos de há uns anos.
Tenho pla frente o caminho quase tortuoso para a faculdade, por entre escadas que quebram costas e ladeiras de lembrar que um pouco mais de exercício nao fazia mal nenhum. Por entre o trilho serpenteado das ruelas frias da baixa ainda ecoam músicas, pensava eu que unicamente alusivas à epoca natalícia; eis senão quando ouço a versão da que todos conhecemos e trauteamos da "...Coimbra dos Amores..." num estilo muito à bossa nova. Que notas tão tradicionais e ao mesmo tempo que toque sublime, com perfume brasileiro que lembra a caipirinha, as redes e as aguas de côco de um país que nunca visitei.

A faculdade espera-me para um desafiante exame; o reencontro com aquela que é quase a nossa segunda família foi óptimo e nunca pensei poder acordar com tanta vontade de ir até lá num dia de exame; estar com aquelas pessoas que com tanta pena nos vão "deixar"... Juro, não são balelas nem coisas ditas só porque sim, só porque fica bem, só por ser politicamente correcta. Sinto que apesar de tudo, este é um grupo unido. Cada um com a sua maneira de os criar, mas há laços evidentes.
Depois de cerca de 40 questões de escolha múltipla, sinto que a missao não ficou ainda cumprida, ficando ansiosamente à espera da nota que rezo que seja satisfatória. (Obrigada Sofia!!)

Reencontros depois, segue-se o almoço; retemperador de energias, faz lembrar que há promessas de viagens a perder de vista que urge serem cumpridas, missões e projectos que decididamente estão no leque de prioridades de carreira. Porque a vida não são só cursos e pronto ja está, vai lá à tua vidinha.

Ao final da tarde, o frio faz-se sentir na cara e nao houve nada melhor, ali e naquele momento, que passar a ponte de Sta Clara, de phones nos ouvidos, com os passos ao ritmo da música, algo que me fez sorrir e absorver cada traço, cada cor, cada luz, por cada poro.


Breathe - Telepopmusic


Estava mesmo a precisar, de um dia assim.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Eu sei que me estou a antecipar...

...mas não me podem por a estagiar a uns bons kilómetros de distância de Coimbra?

Assim tipo...Kinshasa?

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Resoluções de Ano Novo que por sinal é 2009 e é o ultimo em que se usam os oculos figurando a data

Ora como leitores tão assíduos e bem comportados que o são os do Mel-ó-Drama, acabaram por nao levar com o balanço da autora, mas arrecadam uma listagem de resoluções de Ano Novo, para fazer de conta que os vou cumprir e que para o ano cá estaremos para os confirmar.

Então prossigamos (e nao prossiga-mos) nesta jornada de goals:
  • Road Trip por esse Portugal fora, numa de guias turísticos a um brasileiro que depois nos dê guarida em São Paulo;
  • Estudar atempada e produtivamente, nao deixando que o trabalho se acumule no lado esquerdo da secretária (se calhar mudo pó direito...);
  • Viajar Viajar Viajar (haja dinheiro, haja dinheiro, haja dinheiro);
  • Fazer o Interrail há tanto desejado;
  • Acabar o ano com pelo menos um lamiré do que irá ser a tese.... (Toca a fazer o choradinho aos docentes) Sempre podia comprar uns livros interessantes da área quando fosse fazer o interrail por essas capitais do conhecimento fora (ta beeeeeeeeeeeeeeeeem);
  • Dar mais atenção a aspectos familiares que teimo em deixar-me abstrair;
  • Ler mais; Livros, Jornais, semanários, diários, o Expresso, o Sol, a Visão... tudo no patamar elevado da informação...
  • Dispender menos tempo no vício ou habito que é a Internet, os blogs e tretas;
  • ...

Se assim como assim nao é pa cumprir e não, ainda posso adiantar que "Este ano é que é!"

Um excelente ano de 2009 e por esses adiante até alguém se lembrar que somos todos mortais e está na hora de ir pa outra freguesia!

Haja esperança. Haja saúde. Haja alegria. E casal Garcia!

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Nostalgia #2

Saudades repentinas daqueles momentos em que se ouvia Orxestra Pitagórica pa ir à casa de banho.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Não é defeito. É feitio.

Porque no que toca a estas coisas, se um não fala, tenho cá pra comigo que também nao sou eu quem vai quebrar o gelo. São coisas de gente orgulhosa, mas nada até que eu já não tivesse feito antes: engolir um ou outro sapo para não ter que andar a levar com humores mais desagradáveis.
E as coisas vão neste plano. Nem bem, nem mal . Uma merda.
E se me pergunto se me tem tirado o sono, eu até sou gente pa responder que sim; as coisas bem analisadas não conduzem a uma amizade assim tão superficial.
E a pergunta de ordem impõe-se:
"oh meu monte de lolós, e se tocasses mazera no assunto com a criatura?Tu que sempre criticaste quem fosse a correr para o ombro amigo que é o blogger espalhar a mensagem..."
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Porque nao é defeito.
É, quiçá, genético.